Como dizia seu Pacheco lá do Alegrete, já não divulgo mais nada. Um dos argumentos que o CPERS esgrima para justificar a manutenção da greve dos professores, que está procrastinando o ano letivo de milhares de alunos, e que é protesto contra a renegociação da dívida do Estado com a União. Ou seja, no fundo é querer que o Estado siga sem fôlego financeiro, o que, entre outras tragédias, implica no atraso no pagamento do funcionalismo.
Nunca vi disso, alguém querer receber salário com atraso.
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