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Sinais

Na quinta-feira, os mercados já formaram maioria de que o Irã atacaria Israel, apostando que seria no final de semana. Mas antes já havia sinais, quando, há duas semanas, a Lufthansa informou que iria interromper os voos para Teerã. Como a empresa aérea é sinônimo de Alemanha, obviamente os serviços de informações do governo alemão já alertaram sobre a possibilidade de guerra.

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Os mercados financeiros detestam conflitos. Como diziam os mafiosos de Chicago 1930 ao condenar chacinas. Entre grupos, é ruim para os negócios. Vale até hoje.

A Xhiba, por exemplo, se entrar direto no conflito  interrompe sua agressividade econômica no Ocidente. Sem falar que ela tem um estoque muito alto de títulos do Tesouro norte-americano. 

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Se ela desligar no mercado eles viram pó. Querem os EUA, mas se suicidam junto. Enfim, o futuro vai depender da China. 

Alerta americano

Observação do jornalista gaúcho Diego Casagranse, que vive  em Miani: “Trump quando era presidente disse secretamente aos iranianos numa das tantas vezes em que eles ameaçaram os EUA:

– Se formos atacados, um navio, uma embaixada, ou qualquer coisa, em 24 horas os quatro portos iranianos por onde passa a economia iraniana virarão escombros”.

Eficiência da defesa 

Seja por falta de acesso a militares de alta patente de Israel ou de países da região ou por dificuldades técnicas, até ontem de manhã não se tinha a mínima ideia de quantos drones e misseis iranianos atingiram o alvo e os estragos causados. Por volta das 11h, ficamos sabendo que Israel derrubou 99% deles.

Prepare seu coração

Independentemente da evolução do conflito, o preço do barril do petróleo (157 litros, medida teórica) já vinha se aproximando dos 100 dólares nas últimas semanas. Um marco psicológico que, uma vez ultrapassado, gera mais pressões por alta. 

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Há detalhes perturbadores, como o fato da China depender em larga escala do petróleo iraniano. Guerras são como amores. Sabem-se como começam, mas não como terminam.

O boi vive

Nos programas de culinária na TV, os chefs mostram carnes praticamente cruas dizendo que esse é o correto de comê-las. Conversa pra boi dormir. É mania de ser diferente, fashion, como a dizer “Eu sei das coisas, vocês é que comem mal”.

Até o cordeiro cru eles aconselham. O ponto da carne é você quem escolhe e zé fini.


Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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