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Sem rumo definido

Enquanto seu lobo elétrico não vem, carrinhos como o Smart chegaram a ter seu momento. Mas a intenção de compra esbarra nos buracos nas nossas ruas e rodovias. Conforme o caso, podem até desaparecer ao cair em um.

Foto: Fernando Albrecht

A febre do carro elétrico começa a arrefecer no mundo, mercê da descoberta de inconvenientes que se ressaltam após o fim do entusiasmo inicial. Sem falar num baita problema, o destino das baterias esgotadas.

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O futuro, como já escrevi aqui várias vezes, será a célula de hidrogênio. Tecnologia que já existe há mais de 100 anos, porém esbarra em um inconveniente: a energia gasta na eletrólise é igual à energia resultante. Mas há progressos em curso.

Enquanto isso, em Novo Hamburgo…

Essa daí resolveu aderir à língua do X. Ou, quem sabe, o dono é carioca.

Nossas diferenças

Do leitor Gilberto Jasper sobre os diferenciais gaúchos. “O Rio Grande do Sul é realmente um caso à parte no Brasil. Cada região e município tem características próprias. O cara é DO Rio Grande (não “de” Rio Grande). Há outros que são DO Alegrete ou DA Vacaria, DA Bossoroca e assim por diante.
Outra característica da Fronteira é a resposta que se ouve ao dizer “obrigado”. Inevitavelmente os guascas de lá respondem “Merece!”. Hábito que meu filhos estranharam na primeira vez que fomos a Santana do Livramento”.

https://cnabrasil.org.br/senar

O bode de Verdi

Na parte do Juízo Final do Réquiem do compositor Giuseppe Verdi, o tenor pede perdão ao Juiz e suplica que Ele o junte às ovelhas e “afastai-me dos bodes”. Um pedido razoável. Nada mais italiano que isso.

Que Nostradamus, que nada

Na mesma composição Verdi cita que o Apocalipse se dará com um clarão, conforme profetizaram Davi e Sibila, no Antigo Testamento. Primeiro, Apocalipse não quer dizer fim do mundo, significa “Revelação”. Segundo, sobre esse assunto há vários profetas que abordaram esse desenlace, sendo que as profecias mais perturbadoras são de São Malaquias.

Quanto a Sibila, (1160 – 1190) foi condessa de Jafa e Ascalão desde 1176 e rainha de Jerusalém de 1186 a 1190. Ela era a filha mais velha de Amalrico I de Jerusalém e Agnes de Courtenay. Ufa! Mas era importante na época. Tanto que suas profecias marcaram o mundo de então.

O ser humano não falha

O câncer do Rei Charles foi como um maná caído dos céus na horta da imprensa sensacionalista mundial. Redes de TV escarafuncham os antepassados reais para mostrar de onde veio o caranguejo.

Horas, dias a fio, veremos imagens e reportagens sobre o tema. Não descansarão enquanto Charles não der o suspiro final. Se curado, como tudo indica, haverá decepção mundial.

Consultórios laboratórios, especialistas em câncer inundarão as redes sociais com artigos sobre como curar câncer. Doença em pessoas famosas é sinônimo de lucro até para o vendedor de cachorro-quente nas imediações do Palácio de Buckingham.

Profeta Albrecht

Dados os últimos acontecimentos climáticos e suas consequências no Rio Grande do Sul, acho que, em vez de um clarão, o fim de tudo será um apagão.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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