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Os cornos do trabalhador

“…achou que sobrava luz do dia e sugeriu que trabalhasse das 5h às 22h”

De um ricaço desses de aparecer na lista dos 10 mais da Forbes, conta-se uma história. Contratou um trabalhador e colocou-o a abrir rasgos na terra. Deu-lhe um horário de trabalho das 8h às 17h. Certo dia, observando o trabalho do seu colaborador, achou que podia ser melhor aproveitado. Sugeriu-lhe então o seguinte: – Ó amigo, já que você tem duas mãos, com uma mão você cava e com a outra vai regando. E comece a vir das 7h às 18h. No outro dia, o ricaço olhou outra vez para o seu colaborador e achou-o ainda pouco produtivo. – Já que você além das mãos tem também uma boca, podia enchê-la de sementes e enquanto com uma mão cava e com a outra rega, podia cuspir as sementes. E a partir de agora, começas a trabalhar das 6h às 19h. No outro dia, achou que sobrava luz do dia, portanto sugeriu-lhe que o seu trabalho passasse a ser das 5h até às 22h. E assim foi. Um dia quando o pobre diabo voltava para casa, deparou com a sua mulher com outro homem na cama. O homem, chorou, chorou, chorou vezes sem conta até que a mulher e o amante, desesperados com aquela situação, tentaram consolá-lo (!). Mas não seria choro demais apenas por guampa? – Não é nem tanto por isso. É porque se o patrão descobre que tenho dois cornos, coloca-me lá umas lanternas e põe-me a trabalhar à noite! Moral da história: nada está tão ruim que não possa piorar. (Colaboração de Harry Fockink)

 

 

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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