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O urso chapado

Os roteiristas de Hollywood dão impressão que estão sempre chapados. Este filme mostra um urso que cheirou grande quantidade de cocaína se um contrabando fracassado e, bom, podem imaginar o estrago.

O que está acontecendo é que a recente greve dos roteiristas (e parte dos atores) deixou um buraco na produção de filmes. Então Hollywood teve que improvisar usando produções de países europeus e asiáticos.

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Resultado foi isso aí, histórias sem pé nem cabeça, tubarões com quatro cabeças, e neste ponto acredito que os roteiristas enlouqueceram. Há uns 10 anos. criaram um tubarão adaptado para… a neve.

O escritor argentino Jorge Luis Borges definiu com perfeição o que deve ser feito em uma obra que começa com absurdos no tempo e no espaço. Depois deste início o resto do livro(ou filme) tem que ter lógico, lógica do absurdo, mas lógico.

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Não é o caso desses filmes gestados por Hollywood, que tem um desenrolar esquizofrênico. Porém, o porém de sempre, os espectadores gostam dessas besteiras, então em breve deve sair o filme Cocaina Bear II.

Sem espírito natalino

Esta gata, que leva o nome pomposo de Petit Gateau, acordou com um vizinho incômodo, um Papai Noel que nem presente trouxe. O olhar assassino da gata já mostra que o bom velhinho de pano e cheio de bagalandãs terá vida breve.

Foto: Fabíola Freire Albrecht

Falsidades

Um novo golpe está sendo aplicado usando a imagem do empresário Luciano Hang, dono da Havan. Golpistas usaram parte de um antigo vídeo e, com auxílio da inteligência artificial, reproduziram uma voz parecida com a do empresário. As redes sociais estão cheias desse tipo de falsidade.

Por isso…

…vivo repetindo que, a cada novidade tecnológica que surge, aparecem pelo menos dois aborrecimentos colados nela. Não existe um “fakeômetro” como o “impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo, que mede em reais a soma dos impostos que são pagos ao governo, mas deve ser estonteante. Arrisco dizer que chegaremos ao dia em que as redes sociais não terão mais credibilidade.

Tudo somado e diminuído, chegaremos ou já estamos chegando a versão século XXI da Torre de Babel. Os sinais abundam, como no episódio bíblico – não precisa ser cristão para gostar de ler a Bíblia. Prédios cada vez mais altos – vide Balneário Camboriú – todos falam mas ninguém se entende, cada um quer o seu pedaço e o resto que se exploda.

Gata futura

A pequena Ledinha, com seus cinco anos, já dá mostras que será uma gata quando adulta, antes até. No balé em que dançou deu para ver que seu futuro seria brilhante ao seguir carreira. Se não, terá futuro brilhante da mesma forma.

Foto: Christian Freire Albrecht

Na mosca

Algumas pessoas não entendem nada porque aprendem tudo muito depressa (Alexandre Pope, um dos maiores poetas britânicos do século XVIII).

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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