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O tecido social

É uma forma consagrada para simplificar a erosão de uma sociedade, como o cansaço coletivo aliado a uma perda de coesão e possibilidade séria de convulsão social por um conjunto de fatores. Em resumo, o rompimento das regras sem as quais uma sociedade não funciona.

No caso brasileiro, esse esfacelamento já se faz presente há muitos anos. A moral entrou em recuperação judicial e, depois, em falência. É só olhar em volta. Quem era normal virou anormal e vice-versa.

Alerta meteorológico

A maioria dos institutos de meteorologia estão precisando contratar um instituto de meteorologia. O que a rapaziada está errando não é normal. Caso da chuva que teria caído, mas não caiu em Porto Alegre.

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Escravos de Jó

O governo gaúcho colocou uma escolha de Sofia para aumentar o ICMS: ou ele ou corte dos subsídios. Dias depois tirou o projeto do aumento do ICMS. Mas publicou portaria cortando benefícios fiscais como se passando um gadanho, uma ceifa manual.

Ficou como a música do título desta nota “tira, bota, de José Pereira que se vá”. O tecido moral já foi pras cucuias há muito tempo.

Doutor em nozes

O geólogo e Doutor em Ciências Ambientais Geraldo Mario Rohde publicou há anos o livro “Novas receitas com noz-pecã”. Pesquisador da Cientec, Rohde é mais um entusiasmado propagandista desta versão da fruta.

https://cnabrasil.org.br/senar

É impressionante a lista das suas propriedades funcionais, a começar pela redução do colesterol e prevenção do Alzheimer. A dose é de 28 gramas por dia (entre três e cinco unidades).

Detalhe: para mim ajudou. O colesterol bom subiu e o ruim caiu.

O fim do osso

O amável leitor já viu um cachorro roendo osso? No passado,  cães tinham o hábito de enterrar ossos para desenterrá-los a posteriori, como se via nos desenhos animados do cão Pluto.

Pois com as rações para pets, terminou essa alegria. Periga nem mesmo reconhecerem um se o virem.

Anuidade reduzida

Mantendo o compromisso de proporcionar uma anuidade reduzida para a advocacia, a OAB/RS não realizará reajustes para o exercício de 2024. O valor da anuidade – que diminuiu nominalmente no ano passado e gerou uma vantagem de 22%  – manter-se-á em R$ 959,60, para pagamento em cota única ou em até 3x no cartão de crédito até o dia 31 de janeiro de 2024.

O doutor e a santa

 Engraçado essa coisa se absolver os operadores do mal que nos assaltam, ferem e matam, dizendo que essas pessoas são vítimas da sociedade. Vítimas da sociedade somos eu e você, que pagamos uma babilônia de impostos, temos titicas de contrapartida e sequer temos garantia de chegar vivo no fim do dia. Isso sim é ser vítima da sociedade.

Os outros são apenas facínoras que têm o melhor advogado do mundo: o doutor Politicamente Correto. E sua assistente, a Santa Ingenuidade.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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