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O pai de todos os drones

As libélulas e libelinhas de que se conhecem no mundo somam 4.870 espécies. É o primeiro drone da história e um dos mais eficientes. Sua bateria é a comida que ingere.

A tecnologia usou outros exemplos da Natureza. Entre eles, o que vemos nas ponta das asas dos aviões, os winglets. Levou 60 anos para os fabricantes se darem conta de algo ocorrido depois da II Guerra Mundial.

As asas do Pacífico

Um piloto da Marinha dos EUA que fazia patrulhas no Oceano Pacífico observou que os pássaros que voavam perto do seu avião tinham as pontas das asas dobradas para cima. Isso é comum em aves que aproveitam as correntes térmicas para ficar mais tempo no ar em voo planado, como o urubu.

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Pôs-se a estudar a aerodinâmica dos pássaros batizou de ângulo diedral, na tradução em português. Achou aquilo interessante e pensou em dar a ideia para os fabricantes de aviões. Ninguém se interessou, até que algum especialista em aerodinâmica descobriu algo extraordinário.

As bandeirolas de Volpi

Ao simular voos em túneis de vento, descobriram que estas pontas viradas, que hoje estão na maioria dos aviões, reduziam o consumo de combustível, responsável por 40% do custo. A técnica pegou  mais rápido que fogo morro acima e água morro abaixo. Outra inovação para reduzir o barulho dos jatos foram aquelas bandeirolas no bordo das turbinas, semelhantes a bandeirinhas nas festas de São João, muito retratadas pelo pintor Volpi.  

www.brde.com.br

Alemanha, onde estás?

Já tinha comentado no início da enchente, mas volto a dizer que estou profundamente decepcionado com a falta de ajuda do governo da Alemanha. Quanto mais não seja, porque não há cidade gaúcha sem pessoas com sobrenome alemão, tamanha a quantidade de imigrantes alemães que aqui criaram raízes e cujos descendentes se orgulham das suas origens. Ainda mais que festejamos neste a chegada dos primeiros.

Coragem a bordo

Não estou apenas decepcionado, estou triste. Meu pai veio da Alemanha em 1920, depois de ter lutado na I Guerra Mundial a bordo de um caça-minas da Marinha Imperial. Foi até condecorado por bravura em combate, medalha que guardo com carinho. 

Por sinal, tenho dupla cidadania. Empresas alemãs com filiais no Rio Grande do Sul ajudaram muito, mas o governo como um todo não.

https://cnabrasil.org.br/senar

“Viver é trapacear a morte.”

Pensamento do Dias

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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