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A volta impossível

O cinemão de Hollywood já produziu centenas de filmes tendo a velhice e a volta à juventude durante sua história. Essa é uma questão que nunca sairá da pauta e ainda veremos outros com este arquétipo.

O que é patético é ver mulheres tentando forçar a barra com a concordância dos cirurgiões. Querem porque querem ser esticadas. Não raro, o resultado é patético.

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Certa vez vi um artigo de cirurgião plástico na ZH em que ele começa dizendo que mulher que fez plástica fica com cara…de quem fez plástica.

Forçação de barra

Concordo em cirurgias, mas quando não dá, não dá. O melhor é aquela que ao se aproximar um conhecido exclama “Você está diferente, remoçou, o que houve?”.

Esse é bambambam. Para encerrar o assunto por hoje, gostaria de saber quem foi o cretino ou cretina que criou a frase “a melhor idade” para definir a velhice.

O Pequeno Paraíso

O município de São Vendelino realiza neste sábado a 20ª Stadtfest, 36 anos de emancipação política e os 200 anos da Imigração Alemã no Brasil. A festa começa de manhã. À tarde haverá a Festa das Cervejas Artesanais.

Se a música nativista tem o ronco do bugio, São Vendelino tem o ronco do barril de chopp vazio. Com a ajuda da sede dos turistas, é claro.

www.brde.com.br

O paraíso perdido

Como nasci lá, fui convidado para participar das festividades. Mas obrigações familiares impedem meu deslocamento de Porto Alegre. Devo confessar uma coisa: assim como na infância e adolescência, toda volta ao lugar de origem traz algum sofrimento.

https://cnabrasil.org.br/senar

Meu pacato e às vezes furioso arroio Forromeco deve estar poluído, os direitos e recantos devem estar cheios de moradias, meu matinho de pitangueiras deve ter desaparecido e as casas onde morei não devem existir mais. O pior, a maioria dos meus amigos de infância já morreram.

Me tirem o tubo!

Fui a um desses edifícios modernosos onde atende meu médico. Para começar, o Uber demorou para achar a torre certa. Passei na portaria, expliquei que tinha hora marcada e me deram um papelucho com o QR Code, uma grande invenção a meu ver. Foi levado aos elevadores, seis deles, todos com as portas fechadas. Um funcionário uniformizado me explicou como eles funcionam. Você aperta o botão e ele desce e abre, certo? Não.

Ai que loucura!

O funcionário explicou que tem que digitar 1 e esperar que ele informe qual dos outros cinco devo pegar. Às vezes ele se engana, falou o funcionário. Toquei e apareceu a letra C. Então você vai na frente dele e espera a porta abrir. Na descida a mesma coisa.

Vejam como são esses nerds de transporte vertical. Em vez de letreiros informando que este ou aquele vai até tal andar criaram essa maluquice. Se era para economizar, perderam, porque de cara precisa pagar um funcionário que, em três turnos, são três. Tudo para parecer moderninho.

Captação de recursos

O BRDE, instituição financeira voltada para o desenvolvimento regional nos três estados do Sul, anuncia o seu ingresso no mercado de capitais. Essa decisão permite ao banco diversificar suas fontes de captação de recursos, assim como proporciona acesso a investidores e amplia oportunidades de novos financiamentos. A expectativa é de captar neste primeiro momento cerca de R$ 150 milhões por meio da nova operação no mercado.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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